segunda-feira, 18 de abril de 2016

Um corpo doente, não é nada perto de uma alma doentia!

Um corpo doente, não é nada perto de uma alma doentia                        13/04/2016

Sou uma carcaça
Um amontoado de células, órgãos  e ossos
Agora tudo  em  minha mente perpassa
Queria ter cuidado mais do meu interior, mas só via o externo
Se pudesse me virava do avesso e assim meu interno viraria externo
Quem sabe assim, não teria cuidado mais de mim
Teria sofrido menos, teria sorrido mais, teria perdido menos tempo
e hoje teria mais tempo...                                                                         Luciane Stepanski

Morte? Por que temes?

Morte? Por que temes?                                                                             13/04/2016

Não tenhas medo, porque ela é o descanso de uma missão cumprida
Tenhas medo da vida, porque nela  sua forma de viver é refletida
E tudo que fizeres na hora da despedida, será medida...
E se tiveres dúvida se estás fazendo o bem, reflita, se o que fazes
é o que desejas para ti também...                                                               Luciane Stepanski

Encontre Poesia

Encontre Poesia                                   13/04/2016

A beleza da poesia
Pode estar em uma casa vazia
Num lar sem moradia
Na solidão, perto do porão
Não há limites para imaginação
É preciso encontrar o seu interior
E nele modelar o melhor que for...
Numa praça distante, há sempre um viajante
Alguém que encante:
os olhos de quem é pensante,,,                                         Luciane Stepanski

quinta-feira, 14 de abril de 2016

O poema conversa com o autor e vice versa...

O poema conversa com o autor e vice versa...               13/04/2016

Eu sabia que quando começasse não mais pararia
que eu não controlaria...
E agora estou aqui, escravo da escrita, 
contudo estou feliz, porque algo me diz
"Você irá entender o que te faz escrever, e 
no momento não posso responder, mas é algo
lindo que nunca irá te esquecer..."                                Luciane Stepanski

São coisas do além

São coisas do além                               13/04/2016

Não lembro porque parei
Não sei se, sem sentimento fiquei
Mas eu recomecei e na escrita trarei
Meus versos que vem do além...
aqueles que por muito o sono
perdia, e se não escrevia
eu não mais dormia...
São coisas do além...
Espero que gostem do que
vai vir...
Porque nem eu sei
São coisas do além...
Elas vão e vem
E quando vem eu recebo bem
escrevendo e dizendo amém.                     Luciane Stepanski

Objetivo da poesia

Objetivo da poesia                                          
                                                                   13/04/2016
Eu me dediquei a escrever
Por que sei que assim vou viver
Imortalizo-me na escrita...
Aqui minha voz grita!
Minha alma medita...
E as palavras vão desenhando
os olhos por elas caminhando
E eu voando como pássaro
pousando num coração,
como notas de uma canção...
me deleito a tocar sem nada esperar
a não ser o seu pulsar...                                        Luciane Stepanski

Coração Covarde

  Coração Covarde                                            
                                                                       13/04/2016
Não há verdades vazias
Há corações que não permitem
que elas penetrem suas vidas

Um coração enganado
Vive uma ilusão... Vive preocupado
E se há culpado?! Pobre coração...
Este mesmo é o seu legado

Liberte-se da culpa que carregas
Vai ao encontro da paz que te regas
Sozinho sim, mas em busca de verdades sem fim...

Não por mim, mas por ti
Só tu podes tirar o peso que levas
E por quê? E para quê ou quem...
Não sejas refém, liberte-se e vá além...

                                                                        Luciane Stepanski

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Primeiro poema depois de 2 anos sem escrever...

Pensamento                                                                          16/10/2005

Fazia tempo que não pegava na pena. Que pena?! E qual o porquê desta razão?
Será que falta emoção?
- Não, não. É mais do que isso. É excesso de sentimento e que guardado: só traz sofrimento, mas todo momento: é momento... Momento de pensamento...
O que fazer se sou assim, assim como um aprendiz, que diz o que quer, sem querer e sem saber se pode. Mas o que é poder? Só quem tem sabe, e pode dizer. Será que você me entende? Ou, se não entende, tente entender, pois sem o teu entendimento, nada tem fundamento e "nada" vira meu pensamento.                            

                                                                                       Luciane Stepanski



Ps: um mês depois deste poema, meu pai veio a falecer, então fiquei 10 anos sem escrever, quando escrevi este poema acima, achei que 02 anos sem escrever era muito, mas não imaginava que logo em seguida este tempo iria aumentar... Talvez este poema, já era uma justificativa que nem eu sabia de um "até logo" e não  de um retorno... As próximas poesias são todas atuais, do ano de 2016. Depois daquela aula sobre poesias e o incentivo das colegas por terem descoberto que escrevo sobre qualquer assunto, só me dar a palavra que o poema surge naturalmente..Voltei para casa e só dormi depois que escrevi 09 poemas, todos na sequência. ( terminava um, começava outro)...Parece que tudo está planejado para ser como tem que ser... Eu tenho um pouco mais de tempo agora, e posso dedicar-me e registrar as coisas que borbulham em meu pensamento. Mas só Deus sabe até quando escreverei, se haverá outra pausa...? Nem eu sei... Não sei nada. Eu deixo o que me move, apenas que me oriente, muitas vezes nos poemas haverá diálogos, não pergunte o motivo. Não planejei nada, às vezes será um "eu lírico" (voz que fala no poema) feminino, por outras vezes masculino, ou os dois... Sou apenas uma ferramenta, que liberta sentimentos em palavras e vai juntando as peças em poemas. Espero que gostem, que apreciem, se identifiquem,  que reflitam e que possam me  dar motivos para continuar. De nada serve um autor, sem leitor...

Sintomas de um apaixonado

Sintomas de um apaixonado                               29/09/2003

Cada palavra sua, se transforma em eco na minha cabeça
Fica o tempo todo se repetindo
Não sei o que fazer, para que eu te esqueça...
Apesar de tanto barulho, ainda assim
eu escuto o som de sua voz...
É como se ninguém existisse, somente nós.
Acho que fui enfeitiçado
sinto todos os sintomas de um apaixonado.                     Luciane Stepanski

No mesmo olhar

No mesmo olhar                                                      28/09/2003

Quando falas comigo, eu olho dentro do seus olhos,
mas você não consegue falar olhando nos olhos meus...
Quando nossos olhos, se olharem
no mesmo olhar...
Nunca mais, nem um de nós, deixará de amar...
Você sente o mesmo que eu, só que em tempo diferente.
Gosto do que sinto, mas sinto muito em não poder gostar...
Por isso tento fugir, desse sentimento
que está a me matar...                                                                           Luciane Stepanski

Amor oculto

Amor oculto                                27/09/2003

Será que eu não saio da cabeça dele?
Assim, como ele não sai da minha...
Acho que ainda ele nem desconfia.
Quando ele não está a me olhar,
eu o olho sem parar, e quando me olha
eu finjo não ver...
Ou talvez ele note, mas finge não perceber
Sinto meu coração pulsar fortemente
E um frio no estômago
Quero fugir do que sinto, mas se disser que consigo
minto...                                                                                       Luciane Stepanski


Não me amas?

                                                              16/09/2003
Não me amas?

Estou a beira de um poço tão profundo
Não fiques aqui nem um segundo
Daqui a pouco vou me atirar...

Não me amas?

Eu te avisei que era sério, você para mim é um mistério
Me deixa então te desvendar...

Não me amas?

Olhe então nos olhos meus e responda logo de uma vez:

Não me amas?

O teu silêncio me sufoca, já não sei mais se importa...
Não quero mais sua resposta.
Talvez não seja o que quero ouvir.
Só me solta e me deixa ir...

Quando no fundo do poço eu cair, responda:

Não me amas?

Só assim irei saber, que foi melhor eu morrer, senão me amas, já não sei por que viver...

                                                                                         Luciane Stepanski

Dependência Doentia

Dependência Doentia                          14/09/2003

Quando você vai eu sinto teu perfume, impregnado em minha alma
Até de seu cheiro sinto ciúmes...
Não vai embora! Não me deixe agora.
Fique aqui, nem que seja até eu dormir...
E quando eu despertar, não me importa durante o sono, mas quando eu despertar
Ao meu lado você tem que estar...
Sou tão sozinha...
Eu só quero apenas sua companhia...
Não me abandone nem um segundo
Não quero ficar sem você, nem um instante...
Me prometeu, que não serei para sempre sua amante.
                                                                                                                               Luciane Stepanski

Me deixe em paz ou me faça feliz


Me deixe em paz ou me faça feliz                             14/09/2003

Andei sozinho
sempre calado
Não sei por que
Mas você não veio me ver
Me dê uma chance
antes que eu canse
Sem você não é fácil
Mas difícil é ficar como estou
Vou partir para outra!
Eu estou aqui!
Olhe para mim!
Ainda é tempo...
Me diga sim...
Sempre sonhei contigo
Mas sua falta é meu castigo
Me deixe em paz
Ou me faça feliz...
Estou indo embora
Fique atenta...
Vou a qualquer hora
Me diga logo...
Ou até logo,
Mas não me diga
Adeus...                                                        Luciane Stepanski

Estrela Guia

Estrela Guia                                  07/09/2003

Sozinho à noite, saio a te procurar
Vejo uma estrela, tão diferente das outras a brilhar.
Faço um pedido a ela:
- Traga de volta à minha donzela! Quando você se for ao
amanhecer, quero os olhos dela nos meus ver...
Em forma de gratidão vou amá-la somente na escuridão...
Ao me acordar, estava ela a me olhar...
Naquele momento, queria a mim se entregar...
Então disse a ela:
- Esperamos à noite,devemos agradecer à Estrela Guia
Se não fosse por ela, nunca mais você sera minha...
                                                                                               Luciane Stepanski

Vento!

Vento                                        06/09/2003

Escute!
Fique em silêncio
Lá fora o barulho
do vento...
Agora sinta a paz
Chegando a todo momento...
Ouça o vento: assoviando...
Peça que a ventania
Leve toda sua agonia
Respire fundo...
Agora você é um novo ser no mundo...
                                                                         Luciane Stepanski

Voltas da traição


Voltas da traição                     04/09/2003                  

Meu coração é tão inocente
Sempre se deixa enganar por qualquer paixão...

A última foi uma grande desilusão, até hoje ainda tenho
marcas das minhas feridas que jamais irão cicatrizar...

E a antepenúltima que só me fez chorar...

Nos braços braços da penúltima, pensei que ia me encontrar,
mas essa foi com outro se casar...

Então tive a terceira, essa foi a pior besteira...

Pensei numa segunda, estávamos indo muito além,
até que levei um pé na bunda...

A primeira nem se fala, foi mais forte que o tiro
de uma bala...

Queria ter mais de uma, acabei ficando sem nenhuma
Hoje, procuro uma única mulher, mas nenhuma mulher me
procura...

Hoje, vivo na solidão. Melancólico em minha própria loucura.


Ps: também pode ser lido de baixo para cima...
                                                                                                     Luciane Stepanski

Amor eterno

Amor eterno                          01/09/2003

Meu olhar sempre está a sua procura
Em outros olhos te encontrei
E cometi muitas loucuras
Você nem pode imaginar o transtorno
que sua falta veio me causar
Tudo que amo, amei e ainda irei amar
Sei que nada pode, sua ausência amenizar
Algum dia iremos nos encontrar
Você todo de branco
Com seu lindo sorriso
Vindo me buscar...

                                                    Luciane Stepanski

Súplica do desespero

Súplica do desespero                         31/08/2003

Apague de sua cabeça
me deixe fazer com que
você o esqueça.
Me deixe te mostrar
o caminho da felicidade,
fiques comigo e serás amada
por toda eternidade...
Vem agora...
... Para junto de mim
Ou,
carregues para junto de ti
Meu inevitável fim...
                                                    Luciane Stepanski

Seus olhos verdes

Seus olhos verdes                                  21/08/2003

Um olhar seu...
Representa tanta ternura para mim...
Por isso sempre me olhes assim
Você sabe, assim desse mesmo jeito
que olhas para este papel...
Não é negro como a noite
Nem tão puro quanto o mel
Mas é verde como a mata
Tão atraente quanto o brilho de uma faca
é o olhar que mata...E ao olhar para outro...
Me perfura e me destrói.
É realmente uma tortura...
E só eu sei o quanto me dói...

                                                    Luciane Stepanski

Dúvida ao sentimento

Dúvida ao sentimento

Tudo que sempre quiz
Era ter você
Agora que o tenho
Não sei se sou feliz...
Me fez sofrer, foi tão difícil
Dias de saudades...
Noites sem dormir
Não sei se te chamo
...Ou deixo você ir
Será que passou, será que volta?
Será que acabou?
Te beijei, te abracei
Te amei...
Fui feliz assim
O que falta para sentir você em mim?
Meu amor, meu amigo
Meu sonho, meu tudo
Me olhe...
Me fale... Não fiques mudo
Serás minha metade, amor de verdade,
ou somente amizade?                            

                                                          Luciane Stepanski

Aulas do coração

Aulas do coração                              18/08/2003

Quero poder entrar em sua mente
Me fazer entender como me esqueceu tão de repente
E no súbito da compreensão, usarei o mesmo método
para tirar-te do meu coração
Após conseguir, só então voltarei a sorrir
Já não consigo mais, pois sofro demais
Me ensinou a te amar eternamente
Mas esqueceu de me ensinar
Como te esquecer plenamente!

                                                     Luciane Stepanski

Primeira poesia!

Uma busca        17/08/2003

O que procuro é um amor verdadeiro...
Alguém que eu possa dividir todos os momentos de minha vida
Que não conheça meus defeitos
Que me ame e me complete
Quero um amor perfeito
Algo impossível, quero jamais estar na solidão, nem
sentir saudade e tão pouco conhecer a palavra traição
Sei que irei encontrar este alguém
Minha metade
Um amor de verdade...

                                                  Luciane Stepanski

Quem escreve?

13/04/2016
Escrevo coisas que vivi e também não vivenciei, no entanto de alguma forma senti. Minhas mãos escrevem, mas quem comanda é o coração: o meu, o seu, o dele, o dela... Fui enviada para transmitir através da escrita algo que  vem à mente, que me perturba, que me sufoca, que me alegra, que me emociona, que me entristece, no entanto não senti na pele metade do que escrevo. Não sei explicar... Simplesmente acontece. Na adolescência, eu dormia já com uma folha de papel em baixo do travesseiro; porque quando precisava escrever, tinha que ser na hora, e se não escrevesse não dormiria: ficaria com toda aquela escrita passando como filme em meu pensamento... Tudo começou em agosto de 2003, e eu já tinha o caderno perfeito, porquanto ele tinha que ser amarelado pelo tempo, mostrando seu desgaste e com aquele aroma de livros antigos. Era uma inspiração. Encontrei este caderno no porão da casa de meu avô, já então falecido na época... No momento que o vi, não sabia qual seria o seu destino, entretanto o guardei. Nele escrevi as primeiras poesias que tenho registradas. Nele há o desenho de uma águia, que me propus  acrescentar-lhe uma carta escrito poesias (eu mesma desenhei) e assinei nela, se tornou o meu caderno de registros, escrevo ali na hora que os poemas me perpassam a mente, e após repassarei para cá... Também nas duas primeiras páginas do caderno tenho recordação de meu avô, pois ali ele descreve na íntegra um CONVAIR- 240.  Dizia assim:
"Tipo de construção
1- O CONVAIR 240 é um monoplano de asa baixa, de construção totalmente metálica, com dois motores PRATT & WHITNEY[...] É um avião de altitude média com capacidade para quarenta passageiros e uma tripulação de cinco membros[...]."
- Seu último registro está com data de 02/09/1965, eu nem era nascida, pois nasci dia 15/06/1983.  Ali meu avô descrevia boa parte deste avião, demonstrando em detalhes seu conhecimento e paixão por aviões... Ele trabalhou e se dedicou à Companhia Varig, que hoje infelizmente foi vendida e só existirá na memória daqueles que viveram em sua época. Por isso acho interessante registrar nossas memórias, para que não se percam no tempo, e sejam revividas em pensamentos. Ainda escreverei um livro sobre minha vida, talvez fictício, pois seria um belo drama romântico. Mas voltando... Este caderno que encontrei tinha 156 páginas em branco, praticamente todas, somente as duas primeiras e a última estavam com registros de meu avô. Em 2003, exatamente em 17/08 registrei nele, o primeiro poema , e na sequência escrevi 15 poemas,  curioso perceber que parei de escrever neste mesmo ano e só voltei em 2005 com apenas  1 poema, então 2 anos sem escrever e quando retorno apenas um poema, e instigante que este único poema foi escrito 1 mês antes do meu pai falecer, realmente não tinha como eu prever, foi coincidência, pois ele falecera inesperadamente, não estava enfermo, mas essa é uma longa história que prometo contar um dia...  Depois desse triste fato, se passaram 10 anos e eu não escrevia desde o falecimento dele. Só agora retornei a escrever... Incentivada por uma colega que viu na faculdade (Sou formada em Letras, mas votei a estudar para obter a formação de Pedagogia), ela viu eu escrever um poema na aula, assim do nada, e rapidamente sem pesquisar, sem olhar para nada, apenas para dentro de mim, como sempre fiz, mas para ela isso era uma novidade... Ela se impressionou. Lemos o poema para turma, não li, timidamente pedi para lerem e também não falei que havia escrito, até porque fazia parte da atividade que coincidentemente a professora propôs. Então apresentamos como um grupo, mas minhas colegas me incentivaram. Disseram que eu tinha um dom. E hoje, resolvi publicar meus poemas antigos e continuar a escrever... Até quando Deus quiser. Naquela mesma noite que fiz o poema para atividade de  sala de aula, escrevi mais 09 poemas, logo vocês os conhecerão, pois serão os nove primeiros deste ano de 2016,  enquanto não os registrei não conseguia dormir, voltou acontecer bem como antes na minha adolescência "se não escrever, não durmo". Eu tenho sonhos como todo ser humano, dentro deles está o de ser escritora. Numa entrevista que dei à Zero Hora em 2003, eu falei sobre isso, naquele momento queriam que eu fosse modelo, e eu queria uma chance de ser escritora, mas eles nem sabiam disso. Engraçado. Se passaram tantos anos, e hoje resolvi escrever... Estou feliz, porque neste espaço sou escritora! Na sequência conhecerão os poemas que minhas mãos escreveram, sei que é para o mundo, e que algo me conduz... Então, ofereço-lhes como um presente, algo que realmente acredito ter grande valor e que posso dar-lhes em grande quantidade, sim, a todos vocês que me leiem, digo ter grande valor, não porque escrevi, mas porque são sentimentos que nem eu vivi, são um presente de Deus, são sentimentos que nos fazem refletir, e até imaginar as diversas situações que vem impregnada em cada um deles. Eles vem ao natural, simplesmente os escrevo... Eu os recebo e os entrego com todo amor que minha alma pode ofertar.  Ass: Luciane Stepanski